Por que frota mista vira relatório inconsistente
Em muitas operações a inspeção termográfica não usa uma única câmera. Há FLIR, Fluke, Hikmicro, Testo e equipamentos de terceiros. Cada arquivo chega com metadados, paleta e fluxo diferentes.
Quando o relatório é montado manualmente, o padrão muda de inspeção para inspeção. A revisão fica lenta e a comparação histórica perde sentido.
O que precisa ser padrão (independente da marca)
- Identificação do ativo (TAG, local, circuito)
- Condição de carga no momento da leitura
- Emissividade e temperatura aparente refletida
- Termograma com imagem visual de referência
- Severidade com critério declarado
- Recomendação objetiva e prazo sugerido
Como o ThermalReports organiza o fluxo multimarcas
O software recebe as imagens das câmeras que a equipe já usa e estrutura o mesmo modelo de relatório. A câmera continua sendo a ferramenta de campo. O documento final deixa de depender do hábito de quem montou o arquivo.
Benefício para empresas com terceiros
Quando prestadores usam câmeras diferentes, a empresa contratante ainda consegue revisar no mesmo formato. Isso reduz retrabalho e facilita auditoria interna.
Próximo passo
Padronizar o relatório não troca a câmera. Troca a inconsistência do documento. No ThermalReports, o fluxo multimarcas existe exatamente para isso.


